MEM-MKT-001 · v1.0
Agosto 2026 · Confidencial interno
Dono do documento: Maya (Marketing e Comercial)
Memorando de contexto · não é material de cliente

Estratégia de conteúdo inicial — 30 dias

Este documento alinha produto, marca, marketing e comercial. Ele explica o que a Ondra é, o que ainda não podemos dizer, a história que vamos construir nas redes e os primeiros 15 conteúdos prontos para produção.

Instagram + LinkedIn Começar pelo problema Aprendizado antes de escala Precisão acima de impressão

Para quem é este documento

Uso primário: equipe de marketing e comercial. Uso secundário: fundadores, produto e quem for falar da Ondra em público.

Marketing

Produzir, adaptar e publicar sem reinventar o posicionamento a cada peça.

Comercial

Saber quais posts geram sinal de dor, o que observar e como abordar por DM sem pitch.

Equipe ampla

Entender o projeto em uma leitura: problema, promessa, limites e tom.

O que é a Ondra

Posicionamento Ondra — Seu time de IA para tocar o negócio.

A Ondra é um SaaS brasileiro voltado inicialmente a pequenos empresários e empresas de serviços. A ideia central da marca: ajudar o pequeno empresário a deixar de carregar o negócio inteiro na cabeça.

A Ondra conhece a empresa, entende o contexto, ajuda a organizar prioridades e acompanha o empresário no dia a dia. A experiência principal será muito próxima do WhatsApp.

Antes

Tudo depende da memória e da iniciativa do dono.

Depois

Existe um time acompanhando o negócio: lembra contexto, organiza prioridades e ajuda a executar o que precisa acontecer.

A promessa não é administrar a empresa sozinho. A promessa é dar ao empresário mais clareza, acompanhamento e capacidade de execução.

O time (conceito de produto)

Caio — Diretor

Prioridades, decisões e direção.

Clara — Financeiro

Números, caixa, despesas, cobranças, preços e organização financeira.

Maya — Marketing e Comercial

Vendas, follow-up, ofertas, comunicação, conteúdo e aquisição.

Não vendemos “três chatbots”. O produto deve ser percebido como um time que conhece a empresa e acompanha o empresário para o negócio avançar. Especialização + contexto + acompanhamento valem mais do que “abrir um chat”.

Público inicial

Pequenos empresários brasileiros, negócios de serviços, cerca de 1 a 10 funcionários, donos que centralizam a operação, atendimento pelo WhatsApp, orçamento e follow-up manuais, planilhas ou controles simples. Exemplos: assistência técnica, manutenção, climatização, serviços residenciais, pequenas agências, consultorias, oficinas, instalação, prestadores B2B, negócios locais. Não limitar toda a comunicação a esses exemplos.

Regras de comunicação

Estágio do produto

A Ondra ainda está sendo construída e validada. Não diga que funcionalidades não lançadas já estão disponíveis. Não invente clientes, depoimentos, faturamento, porcentagens, cases, integrações, estatísticas ou features não confirmadas.

Pode comunicar: visão, problema, bastidores, conceitos, situações do público, construção, princípios e possibilidades claramente identificadas como proposta/visão.

Tom

Próxima e profissional. Inteligente e simples. Confiante, não arrogante. Proativa, não invasiva. Brasileira, sem caricatura. Fale com empresário, não com startup.

Evitar: revolucionário, disruptivo, 10x, hack, segredo, guru, excesso de inglês, excesso de emoji, promessa milagrosa.

Frase-guia Preferir “Quantos orçamentos você enviou esta semana e ainda não acompanhou?” em vez de “Potencialize seu pipeline por meio de automação inteligente.”

Visual

Navy #002347 · Azul #0062EA · Ciano #00A8CF · Branco. Tipografia Geist Sans. Muito espaço, títulos fortes, formas arredondadas, fluxo discreto. Sem robôs, cérebros, circuitos, neon, cyberpunk ou temática de mar/praia. Ondra remete a movimento, ritmo, fluxo e continuidade.

Direção estratégica

Nos primeiros 30 dias, o objetivo não é “viralizar a Ondra” nem vender o produto em todo post. O objetivo é fazer o empresário certo parar e pensar: “Eu preciso resolver isso.”

Construímos atenção em três camadas: (1) situações concretas da rotina; (2) a ideia de que o negócio não deveria depender da memória do dono; (3) o conceito de um time de IA que acompanha a empresa — apresentado como visão em construção, com precisão.

  • Instagram e LinkedIn como prioridade. Peças adaptáveis depois para outras redes.
  • Não vender em todos os posts. Identificação e educação vêm antes de conversão.
  • Comercial observa comentários e DMs com dor forte; conversa primeiro, pitch depois.
  • Medimos hipóteses, não métricas inventadas. Aprendizado é o KPI deste ciclo.

Narrativa dos primeiros 30 dias

A história que queremos que o público viva:

Dias 1–10 · Espelho

Mostrar a rotina: orçamento sem follow-up, cliente esquecido no WhatsApp, semana sem prioridade, financeiro na cabeça. O empresário deve se reconhecer. Quase nenhum produto.

Dias 11–18 · Forma melhor

Educar sem jargão: acompanhamento, clareza de prioridade, contexto no mesmo lugar. Questionar hábitos que parecem normais. Introduzir a ideia de não carregar tudo sozinho.

Dias 19–25 · Categoria

Apresentar o conceito de time de IA com contexto e acompanhamento. Caio, Clara e Maya entram como papéis, não como “bots”. Bastidores da construção.

Dias 26–30 · Curiosidade

Convidar a acompanhar a construção e, para quem já demonstrou dor, abrir conversa sobre testar quando fizer sentido. Sem “compre agora”.

Pilares e distribuição

Distribuição-alvo do ciclo de 30 dias (os 15 primeiros conteúdos já seguem essa lógica, com leve ênfase em identificação e vendas esquecidas).

Pilar~%Objetivo
1. O negócio na cabeça do dono20%Identificação e mudança de perspectiva sobre centralização e memória.
2. Vendas esquecidas22%Nomear follow-up, orçamento e WhatsApp como vazamento concreto. Maior potencial comercial.
3. Gestão sem clareza12%Ocupado vs. importante; prioridades da semana.
4. Financeiro sem acompanhamento10%Visibilidade de caixa e cobrança, sem aconselhamento contábil.
5. IA aplicada ao trabalho real10%Mostrar uso concreto, não demo vazia. Sempre como visão quando ainda não houver feature.
6. Conceito de um time de IA16%Construção de categoria: time + contexto + acompanhamento.
7. Bastidores da Ondra10%Confiança pela construção pública e princípios.

Objetivos de conteúdo neste ciclo: identificação, educação, mudança de perspectiva, categoria, produto (gradual), construção pública, conversão leve.

Calendário inicial — 15 primeiros conteúdos

Cadência sugerida: 5 peças/semana no feed (Instagram; adaptar texto para LinkedIn). Stories nos dias de maior interação. Horário: testar 7h–8h e 18h–20h no Instagram; manhã no LinkedIn.

#FormatoPilarHookObjetivo
01EstáticoNegócio na cabeçaSeu negócio depende demais da sua memória?Identificação
02CarrosselVendas esquecidasUm orçamento sem follow-up quase nunca morre no cliente.Identificação
03ReelVendas esquecidasQuantas vendas estão paradas dentro do seu WhatsApp agora?Identificação + sinal comercial
04StoriesVendas esquecidasOrçamento enviado esta semana: acompanhou?Interação / lead
05EstáticoGestão sem clarezaEstar ocupado não significa estar cuidando do que mais importa.Mudança de perspectiva
06CarrosselVendas esquecidasO problema de muitos negócios não é falta de cliente. É falta de acompanhamento.Educação
07ReelNegócio na cabeçaSe você parar três dias, o que da empresa para junto?Mudança de perspectiva
08EstáticoFinanceiroUma planilha não cobra você de olhar o caixa.Identificação
09StoriesGestão sem clarezaSua semana já tem prioridade ou só lista?Interação
10CarrosselIA no trabalho realIA útil não é a que impressiona. É a que lembra o que você ia esquecer.Educação / categoria
11CarrosselTime de IAVocê não precisa de mais uma ferramenta para alimentar.Categoria
12BastidoresBastidoresEstamos construindo a Ondra em público. Com o que ainda não está pronto.Construção pública
13ReelTime de IANão é um chatbot. É um time que acompanha o negócio.Categoria
14CarrosselTime de IACaio, Clara e Maya: por que especializar o acompanhamento.Produto (visão)
15Estático + StoriesConversão leveSe isso está na sua cabeça todo dia, vale conversar.Curiosidade / interesse

Conteúdos completos

Legendas em português do Brasil. LinkedIn: tirar CTA de “comente um número”; preferir pergunta aberta e hashtags leves no máximo 3, só se couber. Sempre revisar se alguma frase parece feature já lançada — se parecer, marcar como visão. Clique numa peça do índice ou abra só o que for produzir.

15 peças

Nenhuma peça corresponde à busca ou ao filtro. Limpe a busca ou volte para “Todos”.

01 — O negócio na sua cabeça

IdentificaçãoEstáticoPilar 1
Hook
Seu negócio depende demais da sua memória?
Ideia central
Empresa pequena não falha só por falta de cliente. Falha quando o dono é o único lugar onde as informações existem.
CTA
Comentar SIM se isso descreve a semana. Salvar para reler na segunda.

Estrutura

Pergunta → 4 situações concretas → frase de virada → convite a se reconhecer. Sem nome de produto no título visual.

Legenda

Seu negócio depende demais da sua memória? Cliente pediu retorno. Orçamento ficou “para amanhã”. Conta para pagar. Promessa feita no WhatsApp. Nada disso está num sistema. Está em você. Quando o dono é a memória da empresa, o negócio só anda no ritmo da cabeça dele. Isso não é falta de esforço. É um jeito de trabalhar que cansa e deixa furo. Se isso descreve a sua semana, comenta SIM. E salva este post para olhar de novo na segunda — com a lista do que só você lembra.

Sugestão visual

Fundo navy, título branco forte, uma frase ciano no rodapé: “O negócio não deveria caber só na sua cabeça.” Muito espaço. Sem ícone de cérebro.

Sinal comercial: comentário “sim”, “todo dia”, “sou eu”. Abordagem por DM: “Vi seu comentário. O que mais fica só na sua cabeça hoje: cliente, dinheiro ou prioridade da semana?”

02 — O orçamento que a empresa esqueceu

IdentificaçãoCarrosselPilar 2
Hook
Um orçamento sem follow-up quase nunca morre no cliente. Muitas vezes morre na empresa.
Ideia central
Perda de venda por falta de acompanhamento, não por falta de interesse.
CTA
Comentar quantos orçamentos estão esperando retorno. Salvar o carrossel.
Slide 1Um orçamento sem follow-up quase nunca morre no cliente.
Slide 2Ele foi enviado. O cliente leu. Você ia ligar “depois do almoço”.
Slide 3Chegou outro chamado. Outro WhatsApp. Outra urgência.
Slide 4Três dias depois, você nem lembra o valor. O cliente já fechou com outro — ou simplesmente esfriou.
Slide 5Isso não é “o mercado está ruim”. É acompanhamento que não tem dono além de você.
Slide 6Pergunta: quantos orçamentos seus estão parados agora, sem um próximo passo marcado?

Legenda

Um orçamento sem follow-up quase nunca morre no cliente. Muitas vezes foi esquecido pela empresa. Não porque ninguém se importa. Porque o dia encheu e o retorno não tinha hora marcada. Se você atende pelo WhatsApp, isso acontece o tempo todo. Comenta um número: quantos orçamentos estão esperando você falar de novo? Pode ser 1. Pode ser 12. O número já diz bastante.

Sugestão visual

Slides brancos, título navy, um bloco azul só no slide 1. Tipografia grande. Uma ideia por tela. Rodapé discreto com monograma.

Sinal comercial: número alto, “muitos”, “perdi a conta”. Abordagem por DM: “Esse número já é um diagnóstico. Como você tenta não esquecer hoje — lembrete, papel ou só a memória?”

03 — Vendas paradas no WhatsApp

IdentificaçãoReel 25–35sPilar 2
Hook falado
Quantas vendas estão paradas dentro do seu WhatsApp agora?
CTA
Comentar “WhatsApp” se a conversa comercial mora lá. Seguir para a série.

Roteiro

[Olhando para câmera, ambiente simples de escritório ou oficina] Hook: “Quantas vendas estão paradas dentro do seu WhatsApp agora?” “Não no CRM. No WhatsApp.” “Aquela conversa de terça. O ‘me manda o valor’. O ‘deixa eu ver com o sócio’.” “Você ia responder. Aí o dia comeu a agenda.” “O cliente não sumiu. A conversa esfriou.” Fecha: “Se o comercial da sua empresa é a sua memória no celular, o furo é estrutural.”

Texto na tela

1: pergunta do hook · 2: “Não no CRM. No WhatsApp.” · 3: “A conversa esfriou.” · 4: “O furo é estrutural.”

Sugestão visual

Celular na mão, conversas desfocadas (privacidade). Corte rápido. Legenda grande. Fundo real, não stock de “IA”.

Sinal comercial: “WhatsApp”, “é exatamente isso”, marcação de sócio. Abordagem por DM: “Se o comercial está no WhatsApp, qual conversa mais antiga ainda está sem um próximo passo?”

04 — Enquete de orçamento

InteraçãoStories (3–4 frames)Pilar 2
Hook
Orçamento enviado esta semana: você já acompanhou?
CTA
Enquete + caixa de pergunta. Resposta por DM para quem pedir.
Frame 1Pergunta em fundo navy. Enquete: Acompanhei / Ainda não.
Frame 2Quem votou “ainda não”: “Isso é mais comum do que parece. Não é preguiça. É fila.”
Frame 3Caixa de pergunta: “O que mais fura: orçamento, cobrança ou retorno de cliente?”
Frame 4Slider: “Quanto da empresa depende só de você lembrar?” 0–100.

Sugestão visual

Frames limpos, logo positiva se fundo claro, negativa se navy. Um sticker por frame.

Sinal comercial: voto “ainda não”, slider alto, DM espontâneo. Abordagem por DM: “Obrigado por responder. Se quiser, me conta em uma linha o que mais fura — sem pitch, só para eu entender o seu dia.”

05 — Ocupado não é prioridade

PerspectivaEstáticoPilar 3
Hook
Estar ocupado não significa estar cuidando do que mais importa.
Ideia central
Dia cheio de incêndio pode esconder a semana sem direção.
CTA
Salvar. Comentar uma coisa importante que ficou para depois esta semana.

Legenda

Estar ocupado não significa estar cuidando do que mais importa. Você pode passar o dia inteiro no telefone, no WhatsApp, no deslocamento — e terminar sem ter olhado o que realmente move o negócio. Prioridade não é a tarefa que grita mais alto. É a que, se não acontecer, o mês não anda. Se a sua semana só existe como lista mental, o urgente ganha sempre. Salva este post. E comenta: qual coisa importante ficou para “depois” nesta semana?

Sugestão visual

Título grande. Duas colunas discretas: “O que gritava” / “O que importava” — exemplos curtos, sem infográfico lotado.

06 — Acompanhamento é o trabalho

EducaçãoCarrosselPilar 2
Hook
O problema de muitos pequenos negócios não é falta de cliente. É falta de acompanhamento.
Ideia central
Enviar proposta é metade. A outra metade é o próximo passo com data.
CTA
Compartilhar com quem atende no WhatsApp. Comentar se o próximo passo é hábito ou exceção.
Slide 1O problema de muitos pequenos negócios não é falta de cliente. É falta de acompanhamento.
Slide 2Cliente novo entra. Orçamento sai. Aí o sistema é a boa intenção.
Slide 3Acompanhamento bom cabe em uma frase: o que acontece depois, até quando, e quem cobra isso.
Slide 4Se ninguém cobra, a memória do dono vira o processo. E processo de memória fura.
Slide 5Antes de pensar em “mais divulgação”, olhe a fila do que já foi enviado e não teve retorno.
Slide 6Pergunta prática: cada orçamento seu tem um próximo passo escrito — ou só na cabeça?

Legenda

O problema de muitos pequenos negócios não é falta de cliente. É falta de acompanhamento. Divulgar mais, com a mesma fila esquecida, só aumenta o volume que ninguém retoma. Acompanhamento não é “ser insistente”. É não deixar a conversa morrer por omissão. Se cada orçamento tivesse um próximo passo com data, a semana mudava. Comenta: no seu negócio, o próximo passo é hábito ou exceção?
Sinal comercial: “exceção”, “não tenho isso”, “preciso organizar”. Abordagem por DM: “Quando o próximo passo é exceção, a fila cresce em silêncio. Como vocês registram um orçamento hoje?”

07 — Se você parar, o que para?

PerspectivaReel 20–30sPilar 1
Hook falado
Se você parar por três dias, quantas coisas da empresa param junto?
CTA
Comentar um número de 1 a 10. Seguir a conta.

Roteiro

Hook na cara: “Se você parar três dias, o que da empresa para junto?” “Não é férias. É gripe. É viagem. É um dia que o celular morre.” “Quem cobra. Quem responde o cliente. Quem lembra o orçamento. Quem olha o que entra e o que sai.” “Se a resposta é ‘eu’, o negócio ainda não tem acompanhamento. Tem dono sobrecarregado.” Fecha: “Empresa que só anda com você lembrando não está organizada. Está concentrada.”

Texto na tela

“3 dias” · “Quem cobra?” · “Quem responde?” · “Concentrada, não organizada.”

Sugestão visual

Plano médio, fala direta. Sem trilha dramática. Corte seco no fecha.

08 — Financeiro que ninguém cobra

IdentificaçãoEstáticoPilar 4
Hook
Uma planilha não vai cobrar você para olhar o caixa.
Ideia central
Controle na cabeça ou no Excel parado não é acompanhamento. Sem aconselhamento contábil.
CTA
Salvar. Responder: caixa, cobrança ou preço — o que está mais no escuro.

Legenda

Uma planilha não vai cobrar você para olhar o caixa. Ela espera. Você abre quando sobra tempo. Sobra tempo quase nunca. Cobrança atrasada, despesa que “a gente vê depois”, preço que nasceu no feeling do orçamento da terça. Isso não é desorganização moral. É falta de acompanhamento no dinheiro do dia a dia. Não estamos falando de substituir contador. Estamos falando de você não descobrir o aperto só quando a conta chega. Responde: o que está mais no escuro hoje — caixa, cobrança ou preço?

Sugestão visual

Fundo claro, título navy, subtítulo ciano. Sem gráfico falso de crescimento.

Sinal comercial: “cobrança”, “não sei o caixa da semana”, “preço no feeling”. Abordagem por DM: “Cobrança e caixa no escuro pesam diferente de orçamento parado. Qual dos dois te tira mais o sono neste mês?”

09 — Prioridade da semana

InteraçãoStoriesPilar 3
Hook
Sua semana já tem prioridade ou só lista de tarefas?
CTA
Enquete + pergunta. Convidar a mandar a prioridade nº 1 no DM (opcional).
Frame 1Enquete: Já sei a prioridade da semana / Ainda estou apagando incêndio.
Frame 2Pergunta: “Se só uma coisa pudesse avançar até sexta, qual seria?”
Frame 3“Quem responde isso com clareza já está um passo na frente. Quem não responde, o urgente decide.”

10 — IA que serve o trabalho real

EducaçãoCarrosselPilar 5
Hook
IA útil não é a que impressiona. É a que lembra o que você ia esquecer.
Ideia central
Mudar o critério: utilidade no acompanhamento do negócio, não demo.
CTA
Salvar. Comentar que situação do dia a dia uma IA deveria ajudar primeiro.
Slide 1IA útil não é a que impressiona. É a que lembra o que você ia esquecer.
Slide 2Empresário não precisa de um texto bonito sobre o próprio negócio. Precisa de contexto na hora de decidir.
Slide 3Exemplo real: “Aquele cliente da manutenção. Orçamento de quinta. Ainda não respondeu.”
Slide 4Outro: “Essa semana o importante é fechar a cobrança atrasada, não postar no Instagram.”
Slide 5Ferramenta que você tem que alimentar e depois lembrar de abrir vira mais uma aba. Acompanhamento é o contrário disso.
Slide 6Estamos construindo a Ondra nessa direção: time de IA com contexto da empresa — ainda em construção, com essa aposta clara.

Legenda

IA útil não é a que impressiona. É a que lembra o que você ia esquecer. Não é mágica. É acompanhamento com contexto. A Ondra está sendo construída para isso: um time que conhece a empresa e ajuda o dono a não carregar tudo sozinho. Ainda estamos no começo. Sem milagre, sem número inventado. Comenta: no seu dia, o que uma ajuda inteligente deveria pegar primeiro?
Precisão: o último slide e a legenda deixam explícito que é visão / construção. Não listar features.

11 — Não é mais uma ferramenta

CategoriaCarrosselPilar 6
Hook
Você não precisa de mais uma ferramenta para alimentar.
Ideia central
Time + contexto + acompanhamento versus chatbot genérico e planilha morta.
CTA
Acompanhar a construção. Comentar se já cansou de ferramenta que não usa.
Slide 1Você não precisa de mais uma ferramenta para alimentar.
Slide 2Pequena empresa já tem WhatsApp, planilha, bloco de notas e a cabeça do dono. Isso já é sistema demais.
Slide 3Chatbot que não conhece o seu cliente é conversa genérica. Planilha que você não abre é arquivo.
Slide 4O que falta, na prática: alguém (ou um time) que acompanhe o que já está acontecendo.
Slide 5A Ondra nasce nessa aposta: um time de IA para tocar o negócio — com o contexto da sua empresa. Visão em construção.
Slide 6Se você está cansado de ferramenta nova e faminto de acompanhamento, essa conversa é com você.

Legenda

Você não precisa de mais uma ferramenta para alimentar. Você precisa de acompanhamento com contexto. A Ondra é essa aposta: um time de IA que conhece a empresa e caminha com o empresário. Estamos construindo. Se quiser ver de perto, fica por aqui.

12 — Bastidores: o que não vamos fingir

Construção públicaEstático / foto realPilar 7
Hook
Estamos construindo a Ondra em público. Inclusive com o que ainda não está pronto.
Ideia central
Confiança por honestidade. Princípios > encenação de escala.
CTA
Seguir. Mandar DM com a dor que mais pesa no dia a dia — ajuda a priorizar o produto.

Legenda

Estamos construindo a Ondra em público. Inclusive com o que ainda não está pronto. Não vamos inventar cliente, depoimento ou porcentagem. Não vamos vender feature que ainda não existe. O que já existe com clareza é o problema: o pequeno empresário carrega a empresa na cabeça. E a aposta: um time de IA que conhece o negócio e acompanha o dono — perto do jeito como ele já trabalha, inclusive no WhatsApp. Se você vive isso, manda um DM com a frase da sua rotina. A gente lê. Isso ajuda a construir certo.

Sugestão visual

Foto real de trabalho (tela, caderno, reunião curta). Overlay discreto. Sem mockup falso de app “pronto”.

13 — Time, não chatbot

CategoriaReel 30–40sPilar 6
Hook falado
Não é um chatbot. É um time que acompanha o negócio.
CTA
Assistir até o fim. Seguir. Comentar TIME se a ideia fez sentido — ou “?” se confundiu.

Roteiro

Hook: “Não é um chatbot. É um time que acompanha o negócio.” “Chatbot responde pergunta. Time lembra contexto, prioridade e o que ficou pendente.” “A Ondra está sendo pensada assim: especialização com memória da empresa.” “Direção, financeiro, marketing e comercial — não como três janelas soltas, como um time.” “Ainda em construção. A ideia já é essa.” Fecha: “Se ‘time de IA’ te parece claro, comenta TIME. Se parece confuso, comenta um ponto de interrogação. A gente precisa saber.”

Texto na tela

“Não é um chatbot” · “Acompanha” · “Conhece a empresa” · “Em construção”

Sugestão visual

Fala para câmera. Cortes no texto. Sem avatar humanóide. No máximo o monograma no final.

Teste explícito: TIME vs. “?” mede se a categoria comunica ou confunde.

14 — Caio, Clara e Maya

Produto (visão)CarrosselPilar 6
Hook
Por que um time, e não um único chat para tudo.
Ideia central
Especialização + mesmo contexto da empresa. Não vender como três bots.
CTA
Comentar com quem você falaria primeiro: direção, financeiro ou comercial.
Slide 1Um time que conhece a empresa acompanha melhor do que um chat genérico.
Slide 2Caio — Diretor. Ajuda a organizar prioridade, decisão e direção. O que precisa acontecer nesta semana.
Slide 3Clara — Financeiro. Ajuda a enxergar caixa, despesa, cobrança, preço e organização. Sem substituir contador.
Slide 4Maya — Marketing e comercial. Vendas, follow-up, oferta, comunicação e aquisição — o que não pode esfriar.
Slide 5Não são três conversas soltas. É o mesmo negócio, visto por papéis diferentes.
Slide 6Essa é a visão da Ondra. Produto em construção. Com quem você falaria primeiro?

Legenda

Caio, Clara e Maya. Não é “três chatbots”. É um time com papéis claros e o contexto da sua empresa. Direção. Financeiro. Marketing e comercial. Estamos construindo a Ondra assim: para o empresário ter acompanhamento, não mais uma aba. Com quem você falaria primeiro — Caio, Clara ou Maya?
Sinal comercial: escolha de Maya (venda/follow-up) ou Clara (caixa/cobrança) indica dor dominante. Abordagem por DM: “Você puxou [Maya/Clara/Caio]. No seu dia a dia, o que esse papel pegaria primeiro esta semana?”

15 — Convite à conversa

Conversão leveEstático + StoriesPilares 6 e 7
Hook
Se o negócio ainda anda na sua memória, vale conversar.
Ideia central
Curiosidade e lista de interesse. Sem “compre agora”. Sem fingir que o produto está pronto para todo mundo.
CTA
DM com a palavra ONDRA. Stories: “Quero acompanhar” / “Quero testar quando abrir”.

Legenda

Seu negócio não deveria depender da sua memória para funcionar. A Ondra está sendo construída para ser o time de IA que acompanha o pequeno empresário: clareza, contexto e execução no dia a dia. Ainda não somos um produto “pronto na prateleira” para todo mundo. Somos uma construção com direção clara. Se isso te descreve — serviço, WhatsApp, orçamento, dono no centro — manda ONDRA no privado. A conversa começa pela sua rotina, não por um pitch.

Stories de apoio

Frame 1Enquete: Quero só acompanhar a construção / Quero conversar sobre testar quando fizer sentido.
Frame 2Link ou “responde este story”. Texto: “Sem pressão. Primeiro a gente entende o seu dia.”

Sugestão visual

Logo completa positiva em fundo branco ou negativa em navy. Uma frase. QR ou “DM: ONDRA” só se a bio já estiver alinhada.

Sinal comercial: palavra ONDRA, voto “quero testar”, DM longo descrevendo o negócio. Abordagem por DM: “Recebi. Me conta em poucas linhas: o que vocês fazem, como entra cliente hoje, e o que mais fura — follow-up, prioridade ou dinheiro. A partir disso a gente vê se faz sentido continuar conversando.”

Oportunidades comerciais

Maior potencial de lead nos conteúdos 02, 03, 04, 06, 08, 14 e 15. Dor de follow-up e WhatsApp tende a gerar resposta mais rápida do que conceito de produto. Financeiro (08) pode gerar menos volume e mais gravidade.

Regra: não transformar todo comentário em pitch. Primeiro converse. Oferecer teste só quando a pessoa demonstrar interesse ou quando o ciclo 15 estiver no ar — e sempre com honestidade sobre o estágio do produto.
ConteúdoComportamento a observarPrimeira mensagem (tom)
02, 03, 04, 06Número de orçamentos, “muitos”, “WhatsApp”Perguntar como registram hoje. Não abrir com “conheça a Ondra”.
08Caixa, cobrança, preço no escuroValidar a dor. Não dar conselho contábil. Entender se é visibilidade ou disciplina.
14Escolha Caio / Clara / MayaUsar o papel escolhido como gancho da semana deles.
15ONDRA, “quero testar”Qualificar em 3 perguntas: oferta, canal de cliente, furo principal.
12DM com rotinaAgradecer. Anotar para produto. Só comercializar se a pessoa pedir caminho.

Qualificação mínima (quando a conversa esquentar)

  • O que a empresa faz e para quem.
  • Como o cliente chega e onde a conversa mora (WhatsApp?).
  • O que mais fura: follow-up, prioridade, dinheiro, ou tudo na cabeça.
  • Tamanho aproximado (1–10 pessoas combina com o foco inicial).

Registrar no CRM ou planilha interna: origem do conteúdo, dor declarada, estágio (só curiosidade / quer testar / não é público agora). Sem inventar pipeline inflado.

Próximos testes (hipóteses)

Não criamos metas percentuais falsas. Nestes 15 conteúdos, o sucesso é aprender qual problema faz o público parar.

  1. Follow-up vs. financeiro: dor de orçamento/WhatsApp gera mais comentário e DM do que caixa/cobrança?
  2. Categoria “time de IA”: no Reel 13, “TIME” vs. “?” — curiosidade ou confusão?
  3. Direto vs. educativo: estáticos de uma frase (01, 05) retêm mais do que carrosséis (02, 06)?
  4. Identificação vs. produto: peças sem nome da Ondra (01–09) geram mais “isso sou eu” do que peças de conceito (11–14)?
  5. Formato de captura: enquete de Stories (04, 09) traz mais conversa útil do que CTA “comenta um número” no feed?
Como anotar (simples) Por peça: alcance relativo, salvamentos, comentários que citam dor, DMs iniciados, qualidade da DM (rotina concreta vs. elogio vazio). Uma linha no fim da semana. Sem dashboard de vaidade.

Como a equipe usa este memorando

Antes de publicar

Conferir tom, precisão (visão vs. disponível), visual (cores, sem clichê de IA) e CTA. Adaptar LinkedIn. Se o produto mudar, atualizar o documento — não improvisar feature na legenda.

Depois de publicar

Marketing registra a hipótese. Comercial olha comentários/DMs nas janelas 2h e 24h. Respostas padrão só como base; personalizar com o que a pessoa escreveu.

Próximo passo editorial: conteúdos 16–30 depois de ler os testes acima. Não produzir o mês inteiro no escuro se a semana 1 já mostrar uma dor claramente mais forte.